Maya Moore também foi fundamental no título | Foto: WNBA

O quarto título da história do Minnesota Lynx tem a assinatura mais do que especial da pivô Sylvia Fowles, eleita MVP da temporada e das finais, na vitória por 85 a 76 sobre o Los Angeles Sparks, em Minnesota. Para os fãs da franquia, a pivô sempre será o maior nome da conquista que fez com que o Lynx se igualasse ao Houston Comets como maior vencedora da WNBA. No entanto, outra atleta sempre será lembrada por tudo que já fez pela equipe de Minneapolis, inclusive nas finais de 2017: Maya Moore, que anotou um duplo-duplo com 18 pontos e 10 rebotes.

Seja pelos números expressivos, pela identificação com a franquia ou pelas bolas decisivas durante os jogos das finais, Moore é peça fundamental na estrutura do Lynx. Ela é considerada um ícone na cidade.

No quinto jogo da série foi ela quem aliviou a torcida e as companheiras ao acertar um arremesso em um momento conturbado. A 26 segundos para o término da partida, com o placar em 79 a 76 para Minnesota, depois do time visitante ter roubado duas bolas consecutivas e feito uma falta e cesta, a frieza de Moore prevaleceu e ela conseguiu abrir a vantagem para 81 a 76, praticamente garantindo a quarta conquista.

“Eu me sinto muito bem. Essa foi uma série realmente desafiadora. Muitas pessoas vivem dessa franquia e sabem que quando jogamos juntas somos muito fortes. Nós nos sacrificamos para conquistar esse título para os fãs de Minnesota. Sabe, é difícil todo o processo de preparação, mas é igualmente gratificante. Foi um jogo e tanto”, disse Moore, que não é considerada uma jogadora decisiva à toa.

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Na história da WNBA

Escolhida na primeira posição do Draft de 2011 pelo Minnesota Lynx, Moore esteve presente em todos os quatro títulos da franquia (2011, 2013, 2015, 2017). Ela chegou à finais seis vezes em sete temporadas. Logo em seu primeira temporada foi eleita a novata do ano e chamada para o All-Star Game. Atleta acumula um prêmio de MVP (2014) e um prêmio de MVP das finais de 2013. O título desta temporada tem sabor especial..

“Nós sabemos o que tínhamos que fazer. No ano passado falhamos diante de um time realmente muito bom. Esse ano, contra o mesmo time, não podíamos falhar da mesma maneira. Sabíamos da importância de sermos agressivas, dominantes. Nós puxamos cada uma ao limite máximo. Eu estou realmente aliviada, orgulhosa de estar nesse time e muito feliz de poder ganhar ao lado dessas meninas”, acrescentou.

Durante a temporada, a ala de 1,83m obteve médias de 18,3 pontos. Além disso, 5,3 rebotes, 3,0 assistências e 1,7 roubada de bola por jogo.

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